Nas altas horas da madrugada
No escuro da noite sombria
Descansando tudo em calmaria
Eu medito em você, minha amada!
Quando a terna luz prateada
Da branca lua não mais nos alumia
E as beatitudes de um novo dia
Retratam-se no rosto da alvorada
Eu medito em você, ó meu amor!
E no teu corpo moreno me embriago
Bebendo-o! Ó que inebriante licor!
Vem! Dá-me o teu bendito afago;
Vem! Tira-me deste maldito langor
Deste maldito sofrimento aziago…
by Léo Frederico de Las Vegas
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