sexta-feira, 20 de agosto de 2010

LONGE DE TI



Longe de ti são indóceis os caminhos,
Longe de ti as noites não têm luar…
Longe de ti me fogem os carinhos,
Longe de ti perde sentido o amar!

Longe de ti já não ouço os passarinhos,
Longe de ti não há estrelas a brilhar…
Longe de ti não há rosas, só espinhos;
Longe de ti eles me fazem sangrar.

Longe de ti os dias tristes choram tanto…
As manhãs  se desmancham no meu pranto…
E as tardes… cinzas de melancolia!

Longe de ti, que sou eu, minha querida?!
Sou a sombra que feliz, cheia de vida,
Viveu contigo um sonho de poesia!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.

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