Longe de ti são indóceis os caminhos,
Longe de ti as noites não têm luar…
Longe de ti me fogem os carinhos,
Longe de ti perde sentido o amar!
Longe de ti já não ouço os passarinhos,
Longe de ti não há estrelas a brilhar…
Longe de ti não há rosas, só espinhos;
Longe de ti eles me fazem sangrar.
Longe de ti os dias tristes choram tanto…
As manhãs se desmancham no meu pranto…
E as tardes… cinzas de melancolia!
Longe de ti, que sou eu, minha querida?!
Sou a sombra que feliz, cheia de vida,
Viveu contigo um sonho de poesia!
by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.
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