sexta-feira, 27 de maio de 2011

SOL COM CHUVA



Arco-íris
É sol com chuva
Sol com chuva
É arco-íris
Chuva, sol...
É arco-íris
Pelo arrebol!

Arco-íris
Sol com chuva
Sol com chuva
Arco-íris
Chuva, sol!
Arco-íris
No arrebol!

by Léo Frederico de Las Vegas

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A MAIS PROFUNDA POESIA!



O teu corpo tem inumeráveis encantos
E com uma linguagem toda especial
Me convida ao amor...
- Como és bela, minha querida,
Por tudo quanto me tens feito,
Pela alegria que me tens proporcionado,
Por me fazer acreditar em mim mesmo.
Porque há em ti, Marta querida,
Toda a plenitude dessa beleza
A que os poetas chamam vida.
E, à noite, quando estou contigo,
Um profundo amor parece emanar dele
E eu sou feliz
Porque teu corpo
É para mim
A mais profunda poesia!

by Jaime Adilton Marques de Araújo

domingo, 22 de maio de 2011

A CÃIBRA QUE MATA


      
Soneto desentranhado de texto homônimo de Lurdinha In  http://aulaslurdinha.blogspot.com/2011/02/voce-sabia-que-um-cortador-de-cana.html

Trabalhando de abril a novembro
Nos longes cinzentos dos canaviais
Ganhando apenas míseros três reais
Por tonelada de cana, manembro,

Alicerce da pirâmide, cembro
De usineiros que, pra enriquecer mais,
Não titubeiam enterrando ideais
O cortador de cana, embora membro

Da humanidade leva sub-humana
Vida trabalhando toda a semana
De sol a sol... Se descansou não lembra!...

Muitos, sob o peso do trabalho
Morrem e não resistem ao vergalho:
Nos tristes canaviais morrem de cãibra!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

BÊBADO DE AMOR E DE LUAR!




Bem-Amada,

Embriago-me de luar.
Volto bêbado para casa.
A poesia de teu corpo
Palpita forte em meu coração
Fazendo ferver em meu sangue
Os mistérios do verdadeiro amor!

Ah! Que vontade louca
De ver-te poeticamente enlouquecida
Ao ler este poema!

Vontade de percorrer
Todos os caminhos do teu corpo
E neles me perder
E nele me encontrar!

Vontade de beijar-te a boca,
Sugar-te a língua
E levar-te até a lua louca
Entre gemidos de prazer!

Que vontade de tirar tuas roupas -
Ainda que seja apenas com o olhar -
E acariciar-te, afagar-te, amar-te,
Na explosão evanescente do amor!

Vontade de - após despir-te -
Tocar suavemente os pomos
Dos teus seios; escalar as montanhas
Dos mamilos e sugá-los!
Vontade de beijar teus lábios,
Teu pescoço, teus lóbulos e tua sensualidade!

Vontade de acariciar-te os cabelos
E penetrar na noite infinda
Do prazer!
Vontade de quedar-me
Em muda contemplação
Ante a tua completa nudez!
E acarinhar em tua epiderme
O momento exato do prazer!

Vontade de lamber teu umbigo,
Afogar-me em tuas ancas,
Perder-me em teus quadris
Acariciar-te os volumosos seios
Palpitantes de desejo!

Vontade de penetrar a penugem
De tuas coxas através da carne
E com a minha mão
Percorrer os escuros caminhos
Dessa floresta encantada
E consumir-me nesse fogo!

Ah! Que desejo imenso
De possuir-te em plena rua
Neste incorpóreo luar
E gritar a todos
Que és a minha Bem-Amada!

Sim! Vontade de ouvir-te
Soltando um oh! de exclamação
Enlouquecida na mais ardente excitação!

Vontade de beijar-te a nuca,
Afagar-te o pescoço,
Morder-te os lóbulos
E ouvir teus gemidos de prazer!

Vontade de - através do ventre -
Embriagar-me de todo o teu perfume
E, chegando aos pequenos lábios,
Sugá-los e acariciá-los
Vendo-te contorcer-se de paixão!

Depois chamar-te carinhosamente
Com o meu jeito poético de ser
Para o mundo louco da excitação
E fazer carinhosamente a penetração
E copular.
Seguir contigo, então, braços dados,
Pelos caminhos da vida
Sob o mais romântico luar!

Vontade de - de espasmo a espasmo -
Ancorarmos no porto do mais autêntico orgasmo
Sob o triunfo do nosso amor!

Vontade de mordiscar tuas nádedas,
Apertar-te os seios opulantes
O ventre em chamas
Sentir tuas mãos enlouquecidas
No desejo de acariciarem freneticamente
O meu pênis rijo,
Enlouquecido de possuir-te!

Vontade de perceber-te indomada,
Incontrolável no universo da paixão.
Vontade de arrancar-te os mais
Longos suspiros,
Os mais loucos desejos
As mais fantasiosas aventuras!

Vontade de ouvir-te pedir
Que eternize esse momento
Numa canção de amor
Que murmure ao luar
Tudo quanto hei murmurado
Ao teu ouvido
E que - não raro -
Leva-te ao mundo lunar!

Vontade de ver-te inteiramente possuída
Contorcendo-se de gozo
A dizer: "Parece que surgiste do nada
Para colorir de paixão
As minhas (agora nossas) noites de amor!"

Sei que ao ler este poema-desejo-de-possuír-te-inteiramente
Hás de querer sentir-te despida -
Sentir-te-ás amada, Bem-Amada,
Talvez te molhes de tesão...
Estarei bem perto disfarçado
Nesse calafrio, nessa brisa
Que há de percorrer teu corpo.
É o milagre da Poesia,
É nosso amor explodindo
Em fogo de intensa paixão
Deixando dentro de nós
Essa gostoso sentimento
Chamado Saudade!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

AMANTE DA NOITE



Propícia ao amor
A noite é uma criança
Que sempre me encantou
Com seu meigo sorriso,
Sua poesia, pura dança!

by Léo Frederico de Las Vegas

domingo, 15 de maio de 2011

SONHO MARAVILHOSO



Dormi pensando em você
E num sonho maravilhoso
Eu te beijava com carinho,
Um beijo tão gostoso!
Eu me envolvia nesse sonho
Totalmente com você
E louca a mim te entregavas
E eu então te dava
Todo o meu prazer...

Minha encantada sereia,
Musa dos meus sonhos dourados.
Quando eu penso em você
O meu coração palpita acelerado!

Você é a protagonista
Da minha telenovela
Quando entras em cena
Eu te faço mais fêmea,
Adormecida Bela!...

Assim é que eu te amo
E te chamo
E te faço mulher!
Nós somos dois corações
Pulsando na mesma emoção
És minha crença,
Sou tua fé!

Ó minha Musa,
Eu te amo muito
E sem perceber
Já estou acordado
Relembrando gostoso
Os momentos que passei
Ao teu lado!

by Léo Frederico de Las Vegas

sábado, 14 de maio de 2011

TOTALMENTE DEMAIS



Teus olhos de gueixa
Teus lábios de índia
Teus seios americanos
Teu ventre espanhol
Teu sexo africano
Tuas coxas holandesas
Tuas pernas suíças
Tuas panturrilhas gregas
Teus pés escandinavos
São demais para o meu
Caminhãozinho
De bóia-fria ribeirinho!

by Pedro Paulo Barreto de Lima

quinta-feira, 12 de maio de 2011

ÁRVORE



Pra que rimar
A encantatória palavra árvore
Com a austera
E implacável palavra mármore?
A rima certa -
Já o sabe o poeta -
É ar purificado
Vida mais saudável
Fragrância de puro amor!

Plantar é contribuir
Para que a vida
Seja melhor;
O mundo mais limpo
E as crianças tenham
A cada desabrochar da aurora
Esperança em um viver feliz!

O ato de plantar
Integra o homem à natureza
Tornando-os amigos
Na simbiose do bem-querer!

Árvore, ó árvore!
Eu te amo
Porque em tua sombra
Costumo descansar
Quando o mundo
Quer me enlear
Num labirinto de desenganos.

Contribuis, árvore querida,
Para o amenizar de minha sede.
Contigo a vida é mais vida;
Mais esperança o macio verde!

Amigo!
Defenda a natureza
Das mãos assassinas
Dos que em nome da riqueza
Espalham carnificina
Em nossas esmeraldinas
Matas!
Defenda um rio cor-de-prata
Um amor com cheiro de amor
Em cujo horizonte se esmalta
O arco-íris multicor!
Defenda, defenda a vida
Efemerizada em uma singela flor!

Se não escreveste um livro
Ou não fizeste um filho…
Sorria! Planta uma árvore!

by Léo Frederico de Las Vegas

quarta-feira, 11 de maio de 2011

DOCE QUERER



Amiga,
Não quero ser em sua vida
O começo do fim
E nem o fim do começo
Mas quero ser um começo sem fim
Quero te dar não um amor fingido,
Mas um amor verdadeiro
Que já contagiou o meu ser.
Te amo!

by Léo Frederico de Las Vegas

terça-feira, 10 de maio de 2011

QUARTO CRESCENTE, DESEJO FREMENTE!



Tuas nádegas
Em perfil:
Lua Crescente
A fascinar
e Despertar
Minha libido
Deixando-me
Em polvorosa
Num intrigante
Escarcéu!

Alfádegas
Em buril:
Sigo contente
A te amar
Te amarfanhar
Desinibido
Sugando-te
Do sexo a rosa
Escaldante
Sétimo céu!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

NAS CURVAS SINUOSAS DE TEU CORPO



Nas curvas sinuosas de teu corpo
Busco refúgio para as minhas dores
Profundas cicatrizes que o Tempo
Deixou na minha alma de poeta.

Nas curvas sinuosas de teu corpo
Encontro, enfim, os mais finos sabores
Dos manjares jogados ao relento
Aos cães raivosos da manhã secreta.

Em teus jardins ocultos, Ó Mulher,
Deliro com a escada de Jacó
E ouço ao longe uma música qualquer.

Faço então a tristonha oração do Horto
Por que me sinto tão perdido e só
Nas curvas sinuosas de teu corpo!

by Daniel Jônatas M. de Queirós Mauá Jr.

Campeão de Acessos

DESILUSÃO...

De tanto te amar De tanto sonhar Que seria feliz Foi que eu me acabei Meu sonho quebrei E hoje sou infeliz… Por te amar tinha me...