quarta-feira, 29 de agosto de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
ATÉ, QUEM SABE?, UM DIA!
Minha Eterna Bem-Amada,
Eu te amo
Mas me faltam palavras
Para expressar
Esse sentimento
Eu te amo
Mas não é tudo
Em si a expressão!
Eu te amo
E deve provar-te isto
Com o meu coração!...
Não consigo acreditar
Que em olhos onde antes
Brilhavam as chamas
Do mais puro amor
Hoje possam rolar
Abundantes lágrimas
De separação.
Mas é palpável esse teu sofrimento...
Os lábios que dizem:
Eu te amo
Também servem para cravar-te
Um punhal no coração
São uma flecha envenenada
Que te subtraem
A alegria de viver
E o coração que antes
Vibrou apaixonado
Hoje sangra de dor.
Essas palavras
Também machucam meu coração
E ele também sangra
À ideia de te perder...
No entanto,
Fui longe demais
Magoei-te
Em teu ponto mais sensível...
Mesmo sem querer,
Acredite,
Fui o algoz da tua alma!...
Levarei vida à fora a mágoa de ter sabido amar!
Quanto a você
Não se torture tanto assim
De forma alguma és uma inútil;
Eu, eu é que não aprendi
A te compreender
Não consegui ser tua alma gêmea!
Perdoa-me
Todas essas lágrimas
Todo esse sofrimento
Até mais, quem sabe?, um dia...
Porque
Não aprendi a dizer adeus!...
by Nuno Perez de Noronha
Eu te amo
Mas me faltam palavras
Para expressar
Esse sentimento
Eu te amo
Mas não é tudo
Em si a expressão!
Eu te amo
E deve provar-te isto
Com o meu coração!...
Não consigo acreditar
Que em olhos onde antes
Brilhavam as chamas
Do mais puro amor
Hoje possam rolar
Abundantes lágrimas
De separação.
Mas é palpável esse teu sofrimento...
Os lábios que dizem:
Eu te amo
Também servem para cravar-te
Um punhal no coração
São uma flecha envenenada
Que te subtraem
A alegria de viver
E o coração que antes
Vibrou apaixonado
Hoje sangra de dor.
Essas palavras
Também machucam meu coração
E ele também sangra
À ideia de te perder...
No entanto,
Fui longe demais
Magoei-te
Em teu ponto mais sensível...
Mesmo sem querer,
Acredite,
Fui o algoz da tua alma!...
Levarei vida à fora a mágoa de ter sabido amar!
Quanto a você
Não se torture tanto assim
De forma alguma és uma inútil;
Eu, eu é que não aprendi
A te compreender
Não consegui ser tua alma gêmea!
Perdoa-me
Todas essas lágrimas
Todo esse sofrimento
Até mais, quem sabe?, um dia...
Porque
Não aprendi a dizer adeus!...
by Nuno Perez de Noronha
domingo, 26 de agosto de 2012
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
ASSIM COMO TU ÉS
O sol com seu brilho intenso,
A lua a refletir-se nas águas límpidas de um lago
E a multiplicar-se no agitado mar;
As estrelas que em forma de brilho me falam de amor,
O pássaro a cantar alegremente;
A cotovia a anunciar
Que Romeu e Julieta devem separar-se;
O bem-te-vi a dizer que já viu
Apenas um caso de amor assim...
Sim! Tudo isto a traduzir um paraíso
Só tem sentido ante a beleza do teu sorriso.
Amo-te pelo que és
Não pelo que me disseram.
Na terra, no mar, na amplidão anil
Eu sempre te amarei,
Mulher querida,.
Cartão Postal do meu Brasil!
by Jayme Lorenzini García
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
BRAÇOS DE AMOR
À ideia de uns longos braços
A me envolverem com carinho
Escrevo
Meus sentimentos
Numa folha de papel!
Fico tão comovido
Que o poema me brota assim
Tão natural
Como as águas de uma cachoeira
Cerro os olhos
Para ver tua imagem nítida
A exalar amor
Por todos os poros!
Sinto-me tão feliz
Que assalta-me, constantemente,
A tristeza de perder-te!...
São teus esses braços longos
Que me envolvem
Nesse momento de ternura
E contemplação.
Ah, quem me dera
Ser minha poesia
Simples e espontânea
Que se diluísse em carícias
Para dizer-te
O quanto és importante para mim!
É verdade
Que me atormenta cotidianamente
O medo de que minha poesia seja apócrifa
De que encontres em outros poetas
Tudo aquilo que tenho a dizer-te!
Mesmo que eu não seja tão original
Quero que saibas
Que os meus versos estão impregnados
Do teu cheiro
De tua delicadeza
Do teu amor...
Sem você eu não seria nada;
Sem você minha poesia não teria razão de ser
Porque foste a mulher
Que transformou toda a minha melancolia
Em suave canção...
Embora eu tenha ainda tristeza no olhar
Prossigo o meu caminho
Braços dados contigo
Na certeza de que um dia
Alcançarei o transcendental!
Queria encontrar
Uma forma simples
Para dizer que te amo
Mas acontece que esse sentimentalismo exacerbado
Mancha teus olhos
E não podes visualizar
A poesia dos meus!
Sabes (sei que sabes)
Que temos um longo caminho a percorrer
Doces aventuras a viver
Sonhos e fantasias a tecer
Já não serei eu,
Não serás tu,
Seremos nós
A construir juntos
O mais belo poema de amor!
by Léo Frederico de Las Vegas
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
MANHÃ RADIOSA
Mais uma manhã radiosa
De verão se inicia;
A aurora silenciosa
Um novo dia anuncia
Cheio de novidades,
De muitas realizações
De ternuras, felicidades
Para muitos corações!
Sobre pobres e ricos
O sol estende a sua luz.
Seus raios são profícuos
À terra que tudo produz.
Ele de nós se distancia,
Mesmo assim seu esplendor
A cada instante do dia
Nos atinge com fulgor!
Ah! as flores desabrocham
Nas esplêndidas manhãs
Os passarinhos cantam
Entoando uma canção
Alegrando corações
Com sua maviosa voz
Trazendo mil emoções
Para todos nós.
Uma canção melodiosa
Trinam os passarinhos.
Aves com maviosas
Vozes gorjeiam carinhos
agradecendo alegremente
Ao Eterno que as criou;
Elas cantam suavemente
Em coro encantador!
by Olímpio José de Araújo
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
SONETO DE NINGUÉM E TODO MUNDO
Uma parte de mim é todo mundo
- Ferreiragullarmente matutando -
Indo vazio após vazio acumulando
Cisterna, cacimba, poço sem fundo!
Sendo outro que não eu sou mais profundo
Diverso de quem me está admirando
No espelho - escaravelho penetrando
A carne púbere do verso imundo!
Um amigo que ousasse traduzir-me:
O que sou e minhas múltiplas facetas
Muito além da humana e cinza tarde...
... E eu estaria livre para repartir-me
Em mil sonhos, mil cores, borboletas
A voar pela vida em grande alarde!
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
SONETO DA INDESTRUTÍVEL SAUDADE
Simplesmente demoliram a Sede Grande
E soterraram os meus sonhos de criança
Que meus olhos marejam, tristes, à lembrança
Do que um dia fora dos meus planos estande!
Embora a alma angustiada aos ventos brande
Já não resta nem mais um pouco de esperança:
Só há escombros onde outrora havia dança,
Amargas lágrimas, onde fluía doce cande!
Veio o progresso... e 'tombou' teu patrimônio
Deixando-te, ó São Miguel, desabrigado,
Ao pé das luzes - ao relento - de neônio!
Mas as marretas não destróem o que guardado
Está no peito melgacense - aquilônio -
A Sede Grande e seu esplêndido passado!
by Léo Frederico de Las Vegas
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
ALMA ESFACELADA
A minha alma quebrou-se em mil cacos:
Vidros, vidrilhos - pobres diamantes!...
Sinto a vida, às vezes, um pé-no-saco
E uma aventura assaz dilacerante.
(Inda que eu seja um servo vil de Baco
E de Calígula um dos mil amantes
Há de haver sempre um vazio - buraco
A corroer-me sem dó a todo instante!)
A minha alma quebrou-se: isto é fato!
Mil pedaços de um ser estupefacto
Ante a angústia sem par do existir!
Peço vênia à vida, peço penico:
Cada vez que me quebro, multiplico
E cicatrizo uma dor que não senti!
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